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setembro 09, 2016

Opinião


Pois bem, as coligações partidárias do município de Ananindeua já estão firmadas e sacramentadas. Com isso tudo acontecendo, os abraços e tapinhas nas costas se tornam frequentes, e junto se ouve a famosa frase: “Esse é meu amigo”. Diga-se, que essas palavras são mais ouvidas do que foi sobre o impeachment da presidente Dilma. O que fazer? Isso é política. Até a nível eclesiástico se vê esse bordão e em todos os setores que aja a necessidade de uma boa convivência. Todavia, a harmonia de um grupo não é sinônimo de perfeição. Sempre surgirá alguém que tentará puxar o tapete do outro, porém, manterá a pose; sempre com um sorriso nos lábios, como se nada de mal tivesse praticado. Realmente, o ser humano é único em artimanhas.Melhor seria, se essas artimanhas (astúcias) fossem usadas para resolver os problemas de nosso país que sofre com o descaso e constantes jogos de interesse. Tudo aparenta ser de faz de conta.
Fazendo-se uma análise crítica da “guerra ao tráfico de drogas” na cidade do Rio de Janeiro, se pode concluir que nada é combatido; se trata apenas de uma ilusão de óptica, pois, os moradores das comunidades, em muitos momentos são discriminados. A polícia sempre de olho “neles”. Os confrontos com os meliantes são constantes, no entanto, tudo é aparente. Qual a razão disso?
As fronteiras estão desprotegidas e assim ficam com livre acesso, e ninguém explica como as armas de grosso calibre são trazidas de uma maneira ilegal ao Brasil sem, contudo, serem detectadas pelas autoridades. A falta de contingente da polícia competente nessa área seria uma das explicações. No entanto, esse problema nunca se resolve.
Dessa forma, voltando o olhar para Ananindeua, o município mais populoso do Pará, o que se espera é que as autoridades políticas que serão reeleitas ou que tomarão posse pela primeira vez tenham a sensatez de não enganar o povo com falsas promessas, pois a nova geração de eleitores cobrará de uma maneira impiedosa. Essa cobrança será nas urnas.
O município tem uma história de crescimento e desenvolvimento, e com certeza, cada prefeito eleito, através de todos esses anos, contribuíram para que Ananindeua chegasse até onde chegou e com esperança no futuro.
Entretanto, muito se tem que avançar e desenvolver. Pensar que tudo está em ordem e perfeição é se enganar e não querer ver a realidade. Não se pode viver de aparências. O conjunto de necessidades é prioridade, saúde, educação, segurança pública e saneamento básico.
Na contra mão das boas obras, as ruas do Conjunto Cidade Nova em dias de chuva, alagam e transbordam para dentro das residências. Culpa na maioria das vezes, de uma população que não recebe instrução de seus líderes, isto é, ausência de projetos que tratem com seriedade o meio ambiente. O que dizer então dos bairros mais afastados que não tem infraestrutura? Chega-se a conclusão de que existe a real necessidade de se levar mais a sério a política de investimentos dos poderes públicos, tendo em vista que nada ou quase nada foi realizado com os recursos recebidos do programa Plano do PAC1 (Programa de Aceleração do Crescimento) destinado ao esgotamento sanitário para os bairros de Jaderlândia, Maguari, Maguariaçu e Aurá.
Desta maneira, Foco e objetividade nos projetos é o que a população necessita para ter qualidade de vida.

Jornal de Ananindeua - Mês de Agosto

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