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maio 24, 2016

Crônicas publicadas no Jornal de Ananindeua

Erlon Andrade

A criminalidade cresce de uma maneira desenfreada nas grandes Metrópoles e nos municípios do Pará. Ananindeua não fica de fora dessa estatística assustadora que amedronta até aqueles que poderiam ser considerados “imunes” pelo poder aquisitivo que possuem.
Ao se observar o quadro atual da violência não raras vezes não se atenta para os fatores que conduziram ao desfecho violento. São muitas as desculpas para se encontrar os culpados, porém, sem êxito. A violência urbana ocasiona a morte de milhares de pessoas, e nesse meio está os adolescentes e jovens. “A falta de emprego e sem perspectivas de oportunidades”; essa seria a causa direta da marginalidade. Assim sendo, a família ficaria isenta de toda e qualquer responsabilidade concernente ao futuro de seus filhos. No entanto, tudo é um conjunto. Família, Escola e Estado. Entretanto, ninguém assume a culpa.
Dessa forma, a população vive a mercê da sorte; saidinhas de banco, jovens infratores correndo pelas esquinas com o produto do furto nas mãos e uma multidão enfurecida gritando a uma voz; “vamos linchar”. Além de, roubos a residências, igrejas e assaltos, nos quais, pessoas indefesas são feitas reféns. A imagem fica mais dantesca quando se vê os usuários de drogas nas esquinas ou morando em casas abandonadas que jazem na imundície. Tudo isso à vista de todos sem que as autoridades coloquem as medidas preventivas ou repressivas em ação.
O que se observa é que a falta de políticas públicas na área da segurança e um investimento mais concreto na Educação em parceria com a família faz com que o quadro piore a cada dia.
Que Deus nos livre!




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