Salvar postagem como: PDF

Total de visualizações de página

Anuncie sua empresa

Translate

janeiro 01, 2013

Mutilação genital feminina


A prática da circuncisão feminina é rejeitada pela civilização ocidental. É considerada uma forma inaceitável e ilegal da modificação do corpo infligida àqueles que são demasiado novos ou inconscientes para tomar uma decisão como essa. É também chamada de mutilação genital feminina. A circuncisão feminina elimina o prazer sexual das mulheres.
É inaceitácel uma prática animalesca como essa.  Em nossa época, ano de 2013 precisamos lutar contra esse ato desumano.
Cerca de 6.000 mulheres são vítimas da mutilação genital todos os dias. Cerca de dois milhões por ano. A Organização Mundial de Saúde (OMC) calcula que entre 100 e 140 milhões de mulheres em todo o mundo sejam circuncidadas.
 
Até que ponto a cultura e religião de um país tem o aval para desgraçar a vida de crianças indefesas?
 
Enquanto estamos debatendo assuntos inúteis poderíamos, sim, estar lutando para que atos desumanos como esse viessem a ser extirpados da humanidade.
 

8 comentários :


Infelizmente as pessoas estão discutindo as coisas como se fosse ou Não pecado. Só isto importa. Esquecem-se que Jesus quando esteve na Terra priorizou o ser humano e não a religião. Para Jesus religião é amar o próximo, cuidar dos necessitados, olhar para as outras pessoas em qualquer parte do mundo com a mesma preocupação que temos conosco.
Quando vejo reportagens sobre isto, me lembro sobre a opinião de diversos pastores que acreditam que as mulheres nasceram apenas para procriar e que não podem ter nenhum prazer no sexo. Isto além de ser uma mentira, uma quebra de direitos é uma agressão psicológica e de certa forma, mutilação feminina.
Nestes países onde ocorre este tipo de agressão contra a mulher, isto é visto como cultura, mas não significa que deva continuar assim. Existem pessoas que nasceram nestes países e sofreram esta agressão e que fizeram de sua vida e de sua história um motivo para lutar contra esta barbárie. A modelo de origem somali Waris Dirie, informou anos atrás que este não é um problema isolado, mas que no mundo 140 milhões de mulher sofrem esta agressão, que ela diz ser a dor mais infernal que ela sentiu em toda a sua vida. Já que ela mesma foi vítima da mutilação. Ela conta sua luta e experiência no Livro Flor do Deserto. Já o Livro Filha de Ísis, da egípcia Nawal El Saadawi, uma médica também mutilada, que luta contra esta barbárie, nos dá maiores informações, já que ambas deixam claro que a mutilação é para garantir o casamento – que é muitas vezes forçado – a beleza feminina e não é uma questão Religiosa como dizem alguns sites e livros evangélicos.
O que a maioria das pessoas não sabem é que a mutilação ocorre em várias partes do mundo. Os dados conseguidos nas próprias comunidades que tem por hábito esta prática, mostram elas não acontecem só África – predominando no leste, no oeste e no nordeste da África – mas acontece fora deste continente e mesmo na Europa e Estados Unidos da América.
Com a luta de Dirie e de outras pessoas – ela é embaixadora da ONU para este tipo de agressão – hoje a mutilação atinge 85% das mulheres. É uma vitória mínima, é certo, mas é uma vitória e é a prova de que a influência de fora pode ajudar no pensamento interno destes países e comunidades, mas o que torna esta situação difícil é que a maioria das mulheres que foram vítimas desta agressão, pensam nela como uma situação propicia para a manutenção do casamento feliz, o típico mal que vem para bem.
Por ser muito vascularizada a região genital feminina, quando ocorre a mutilação, há riscos de hemorragias longas – as menores e preocupantes acontecem em todos os caso – e claro, a infecção, já que este procedimento é feito de forma totalmente anti-higiênica.
Só que mesmo sendo embaixadora da ONU, Dirie diz que o que ela escuta pelo mundo são só sermões inúteis, mas que interferência real para o fim desta agressão não existe e isto torna a luta dela e de seus companheiros inválida.
O que muitas pessoas não sabem é que este procedimento pode causar problemas mais sérios, como infertilidade e, em casos piores, atrapalhar a passagem de uma criança quando a mulher engravida, já que a mutilação pode ferir muito mais internamente do que se imagina. Florence Ali, presidente da Associação do Bem-Estar das Mulheres do Gana na idade adulta, é uma ex-parteira que conhece muito bem este problema.
Desculpe-me Erlon, esqueci que era só para comentar e não para rever minha tese...

Infelizmente isso ainda existe em pleno 2013.Um ato animal com todo respeito aos animais que não agridem se não forem ameaçados, escondido atrás da religião está o machismo, o autoritarismo masculino que treme diante do poder feminino e que fique bem claro que não sou feminista muito pelo contrário, admiro os homens, mas com uma grande ressalva: os homens de verdade e não estes vermes que fazem isso.
Não acredito em organizações muito menos a ONU que só patrocina a pobreza através de incentivos de doações para acabar um problema que nunca vai acabar: a fome. A ONU não resolverá isso, e talvez um dia se libertem quando chegar alguém e por as cartas na mesa, brigar, guerrear, mostrar que o mundo evoluiu e quem não acompanhar tem que ser convidado a se retirar dele especialmente quem atenta contra o físico e o psicológico das pessoas. Não sou a favor de guerras, mas se for pra invadir um país deste e mostar na porrada ou no poder de fogo que precisa mudar, que se faça. Estas mulheres morrem todo dia todos os dias da vida delas, que morram que as fazem sofrer.

Tive a oportunidade de assistir algumas vezes, um filme chamado Flor do Deserto, que denota justamente essa realidade em pleno século 21.
Essa é uma questão mais cultural do que propriamente religiosa, vai além do mutilação física.
Pelo pouco que sei sobre o caso, era usada no antigo Egito como tática de higiene, preservação da castidade, entre outros.
Mas o alvo maior é que essa mutilação, faz com a mulher perca seu desejo sexual e até mesmo, em outras palavras " não queira pular a cerca".
Assim como a circuncisão, tem toda uma questão por trás disso tudo. O problema maior está na forma como é praticada, com pessoas que não tem preparo, esterilização de materiais, e muiiiiita dor, pois não é usado anestesia.. o que pode causar a morte por choque traumático!!!!
Isso no mundo oriental, mas se formos ter um olhar no mundo ocidental, há mulheres mutiladas emocionalmente e psicologicamente, que ao meu ver ( sem a dor física em evidencia), tem quase o mesmo significado!
Perdoe meu radicalismo, mas pra mim, as mutilações na alma também produzem o mesmo efeito!


Existe mutilação genital feminina no Brasil também, a mutilação psicológica. Quantas mulheres nunca experimentaram um orgasmo na vida e não sabem nem o que significa. Às vezes, o próprio companheiro a mutila, emocionalmente.É bom pensarmos nisso,né?

isso é muito forte meu jesus vamos gente vamos nos unir povo de DEUS!!!!

É verdade Eliã! Muito bem colocado. Como conselheira posso atestar isso.

Excelente assunto que realmente merece atenção e debate! Se todos nós colocarmos 1/10 da energia que colocamos às vezes em "fofocas e discussões" inúteis, poderemos fazer uma grande diferença. Já assinei e compartilhei a petição!

Postar um comentário

Todos os comentários serão bem vindos, porém, só aprovarei dentro do tema exposto.