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setembro 18, 2011

"Conversas históricas sobre a vida com John Keneddy"

Martin Luther king e Coretta sua esposa

É sempre bom termos o hábito da leitura, isso nos deixa mais informados. Os livros nos fazem refletir sobre a vida, nos orientam nos mais variados aspectos e nos deixam sintonizados com a opinião do autor. Há livros ficticios e também sobre a vida real que nos fazem realmente refletir sobre a atualidade.
Agora o que dizer de um livro onde a opinião expressada no papel reflete apenas não a própria opinião, mas sim, aquilo que ela "acha" que a outra pessoa pensava? 
É assim que Jacqueline Kennedy se expressou ao dar uma entrevista ao historiador Arthur Schlesinger Jr. 4 meses depois da morte do marido, o então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy.
A entrevista se transformou em um livro e abaixo segue algumas "afirmações".

Sobre Martin Luther King, ela afirmou que se tratava de um "homem horrível" e de um "impostor". Ela acreditava que King estava bêbado no funeral do marido JFK e, segundo seu cunhado Robert, também assassinado em 1968, o pastor planejara uma orgia para depois da marcha para washington de agosto de 1963, quando entrou para a história com a frase "Eu tenho um sonho".

Conforme ela mesma diz:
"Eu pego todas as minhas opiniões de meu marido"
Texto base: Revista Veja - edição 2235

O livro está repleto de opiniões não originais e dessa maneira:
Tenho a certeza que esse livro "Conversas históricas sobre a vida com John Keneddy" está baseado em "achismos" e não de algo concreto que mereça atenção.

5 comentários :

Graça e paz.


Os Kennedy não têm moral alguma para falar de Luther King. Este homem foi muito importante para a história da humanidade. É notório como alguns sentiam inveja dele naquela época, só que ele é lembrado por coisas boas, e esses "outros" por controvérsias.

Paz Eron ta mais do que claro, a raiva que sentiam de King era justamente porque ele era negro, e ele se destacou no auge da segregação racial nos EUA "Quem esse negro pensa que é"? um lider que mostrou superação e não se intimidou com as perseguições que sofria por ser negro, eu ja li a historia desse homem e com certeza é um exemplo a ser seguido, as opiniões que visam critica-lo sempre vem com uma ponta de discriminação racial pelo fato de ele ter sido negro ou afro-descendente, a historia deixou registrado o que esse homem lutou pelo seu povo em um pais onde a segregação parecia não ter fim. fica na Paz!

Erlon,
Realmente quando as pessoas endeusam pessoas, acontecem essa nuvem de incoerências. Com certeza terá uma nuvem de desavisados propagando esses achismos como verdades.

God Bless You man,

Microscopicamente (João 3.30),
Walter Filho
http://blogdowaltim.blogspot.com

O que posso falar? Achar não é ter certeza, aí meu amigo não tem base e nem verdade!

me desculpe, mas quem disse?...
faça-me o favor!...
agora eu me pergunto: que tipo de jornalista escreve isso?

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