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agosto 21, 2011

Jânio Quadros condecorando Che Guevara

As vezes pensamos que somos insubstituíveis, os únicos que podem ter as soluções para os mais variados problemas. E nesse pensamento jogamos com as pessoas, falamos aquilo que não queremos fazer.
Quando somente falamos não há problemas, mas quando assinamos algo que não corresponde ao nosso verdadeiro desejo, aí sim, poderemos nos tornar pessoas frustradas e o pior, frustrar aqueles que confiaram em nós.
Jânio Quadros assumiu a presidência do Brasil em 31 de janeiro de 1961 e sete meses depois em 25 de agosto de 1961 estava renunciando, porque pensou ele:
"Ao renúnciar, eu quis pedir um voto de confiança à minha permanência no poder, imaginei que o povo iria às ruas, seguido dos militares, e que eu seria chamado de volta".
Como a história retrata, o povo não foi as ruas e muito menos os militares.
Jânio faleceu em 16 de fevereiro de 1992, triste fim de um homem que jogou com a sorte e perdeu.
Não há ninguém insubstituível nesta terra.

Bilhete de renúncia de Jânio Quadros

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