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janeiro 11, 2011

TSST

Seria mais uma viagem na rotina daquele caminhoneiro. Um trajeto de 2.100 kilometros de Recife até Belém, que era feita com a destreza de um profissional conhecedor dos perigos que rondam as estradas brasileiras.
Quando passava pela cidade de Urucuri (PE) a rotina foi quebraba. Um atentado a bala, era uma tentativa de assalto, os estilhaços do vidro do parabrisa foram em direção ao olho direito.
Teve total apoio da Policia Rodoviária local e encaminhado ao hospital. onde foi constatado que 20% da visão do olho direito estava afetada.
O curioso disso tudo é que a empresa por meio de seus representantes legais não se deu ao trabalho de abrir a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), e o referido motorista mesmo com o atestado médico de 14 dias, foi mandado pelo representante da empresa que retornasse ao trabalho.
Nessas condições o motorista retornou as estradas, e em certo dia já  no Estado do Maranhão se envolveria em mais uma situação difícil, "atropelou uma mulher".
A empresa por meio de seus representantes demitiu o motorista. De quem é a culpa?

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