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setembro 07, 2010

Texto extraído: Jus Brasil

Casamento homoafetivo, aborto e censura foram
discutidos em audiência no Senado

Extraído de: Instituto Brasileiro de Direito de Família  -  09 de Abril de 2010
Casamento entre pessoas do mesmo sexo, direito ao aborto e liberdade de imprensa foram alguns dos temas discutidos ontem (8), durante a audiência pública promovida pelo Senado para debater o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que foi apresentado pelo governo federal no final do ano passado.
A senadora Fátima Cleide (PT-RO) e o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), por exemplo, defenderam tanto a descriminalização do aborto como o reconhecimento da união homoafetiva.
- Sou católico, mas defendo a legalização do aborto. Neste momento, mulheres estão morrendo por realizarem abortos ilegais - declarou Arthur Virgílio (PSDB-AM).
Além de defender o casamento homoafetivo, Fátima Cleide, relatora do projeto de lei que criminaliza a homofobia (que tramita no Senado como PLC 122/06), criticou os parlamentares que afirmam que não existe homofobia no país. Citando o programa de TV Big Brother, ela lembrou que "assistimos à sociedade escolher como vencedor do programa um homem que, além do comportamento machista, é a síntese da homofobia".
- E um dos integrantes do programa, que seria homossexual, recebeu cerca de 11 mil ameaças de morte, boa parte delas pela internet - afirmou ela.
Outro assunto tratado pelos senadores foi a suposta tentativa de censura à imprensa que haveria no PNDH-3. Enquanto Arthur Virgílio afirmou que "a liberdade de imprensa é intocável", Aloizio Mercadante (PT-SP) disse que "só há um caminho para o controle social democrático dos meios de comunicação: o leitor controlar o jornal, o ouvinte controlar o rádio e o telespectador controlar a televisão".
Autor: Agência Senado
Autor do Blog: Independente dos emails que recebo que falam a respeito que todas as religiões estão em risco, onde os pastores serão presos por falarem contra o homossexualismo atc.  Fica uma pergunta: Será que os cristãos  são tão pequenos e insignificantes para temer absurdos como por exemplo: terem as bíblias queimadas, porque a mesma diz que ser guey é contrário a palavra de Deus? Romanos 1.26-27
Pastores serão presos por não realizarem casamento de homossexuais e assim por diante. A igreja antecipa uma perseguição narrada na bíblia, mas na realidade a igreja não sabe o que é perseguição.
Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?” (Jeremias 12.5)
Infelizmente vejo em todas essas manifestações somente uma coisa: "Medo". Medo de enfrentarem uma situação, é mais temor do que própriamente a defesa da fé. Seriam completamente justificados se fosse em defesa da fé, mas não é. 
A população evangélica hoje é de aproximadamente 25% não é pouca coisa, e incluíndo  outras igrejas  que usam a biblia como a católica por exemplo, então esse número cresce de uma maneira imensa.
Será que é tão dificil de entender que o casamento  entre homossexuais já é realizado no Brasil e por igrejas evangélicas?
É para isso que são  eleitos políticos evangélicos para o senado federal: http://www.joaocampos.com.br/site/?pg=materia.php&id=429
É preciso se colocar o pé no chão e parar de viajar na maionese como diz uma gíria.



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