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dezembro 25, 2009

Direito à quem de direito !


Fundação tragam Sean para casa

Em toda batalha judicial ou questões que envolvam direitos ou amor, são questões que mexem com o íntimo dos telespectadores. E são um jogo de acusações mútuas e isso não tem como constestar.

No caso do sr.  David  Goldman que casou com Bruna Bianchi em 1999 e desse relacionamento tiveram um filho chamado Sean Goldman. Em 2004 Bruna embarcou para o Rio de Janeiro com o filho para passar 2 semanas com os pais. Começava aí uma batalha que se estendeu e teve seu desfecho nesta semana. A Srª Bruna conseguiu o divórcio no Brasil  do Americano David Goldman e a guarda definitiva do filho. Casou novamente e faleceu durante o parto da filha.
As alegações contra o pai biológico são muitas:
Não trabalha
é doente
é aproveitador
Mas deve-se levar em conta que ele é o pai. E se ele fez toda uma mobilização em seu país para ter o filho ao seu lado, algo de bom esse homem deve ter.
Sempre vemos o esforço da mãe para ter os filhos ao seu lado. Pai tendo este comprimisso é uma  raridade.
É lógico que o sofrimento por parte da avó e do restante da família deve ser levado em consideração. Mas deve ser lembrado também que sempre que se começa errado uma situação o seu final será conturbado.
Na tentativa de se resolver um problema, criou-se a ilusão que se não retornasse mais ao Estados Unidos tudo se resolveria. Se divorciou no Brasil sem a presença dele. Conseguiu a guarda definitiva do filho.
Mas o que não se espera acontece. Ela faleceu.
A batalha judicial arrastou-se por anos. Mas tudo aquilo  que foi feito de errado no passado agora quem sofrerá as consequências é a familía. Sentirá a ausência do menino, porque o amor é único e quem pode contestar?
O que não podemos contestar também é o direito desse pai. O direito de querer o seu filho ao seu lado independente de tudo. O amor faz o homem mobilizar um país, e esse homem fez isso.

A avó do Menino Sean: Lágrimas

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