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novembro 09, 2009

A confusão de Línguas


A foto do soldado correndo sugere muitas coisas: Está correndo para combater o inimigo? Está correndo porque ouviu a sirene de emergência?
Nenhuma dessas opções é a correta. Esse soldado tinha a missão de vigiar o muro de Berlim, para que ninguém ultrapassasse o muro  para a alemanha ocidental. Mas a oporunidade que ele teve, ele mesmo  fugiu em disparada.
Em muitas ocasiões somos obrigados a conviver com situações que vão de encontro aos nossos pensamentos. As pessoas nos olham e pensam que está tudo bem, mas lá no fundo só existe um pensamento fugir. Fugir de toda opressão, de toda palavra ociosa que não leva a nada, de todo engano, de toda a mentira que nos rodeia e de  toda a hipocrisia.
O soldado alemão vestia a farda do exércido, tinha uma arma, passava por um treinamento rigoroso. Mas existia algo nele  que não poderia ser dominado que era o seu pensamento formado e seu ideal, que era um ideal de ser livre. Ele não olhou para trás apenas correu, correu, e ultrapassou o muro.
 Uma barreira se iniciou em 13 de agosto de 1961 dividindo as duas alemanhas. Muitos morreram na tentativa de ultrapassar o muro de Berlim. Mas para tudo há um tempo determinado por Deus.
Não há mal que dure para sempre.
Deus confunde as línguas quando necessário:
O ministro das comunicações da Alemanha oriental da época (1989) GÜNTER SCHABOWSKI, que estava de férias quando houve a promulgação da lei, lê apressadamente uma nota, em uma coletiva de imprensa, que dizia que os alemães poderiam cruzar a fronteira entre as duas alemanhas sem qualquer permissão. Quando questionado quando a lei começaria a ser válida, ele respondera que naquele mesmo dia a legislação tinha entrado em vigor.
Milhares de pessoas se direcionaram aos postos de comando do muro, exigindo sua passagem e o muro caiu.
Se foi essa a intenção desse ministro eu não sei. Só sei  que Deus confunde as línguas quando quer realizar um propósito.

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