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maio 11, 2008

YouTube - Israel "guerra de los seis dias"

YouTube - Israel "guerra dos Seis Dias"
Israel lembra Guerra dos Seis Dias
Reportagem: Alberto Gaspar (Jerusalém)
Há exatamente 40 anos, uma guerra mudou a história do Oriente Médio. Foi uma guerra-relâmpago, com seis dias de bombardeios, e Israel derrotou três vizinhos árabes: Egito, Síria e Jordânia. Foi a Guerra dos Seis Dias.
Israel comemorou a vitória. Só não se deu conta de que a derrota não foi de seus inimigos. A região perdeu a paz. Trata-se de uma batalha que todos os povos do Oriente Médio ainda estão longe de ganhar. Hoje, a data foi lembrada em Israel.
Era o auge da Guerra Fria. Os soviéticos equipavam os árabes, que, no fim de maio de 1967, formavam uma aliança e teriam quase meio milhão de soldados a postos, junto às fronteiras. Até hoje, estudiosos discutem se os países árabes, apesar do discurso agressivo, estavam mesmo prestes a atacar.
O certo é que Israel não esperou e atacou primeiro, e de uma maneira que fez com que a guerra, que duraria seis dias, estivesse praticamente decidida logo nas primeiras horas. O tempo foi suficiente para que a Força Aérea Egípcia fosse arrasada.
A operação, com nome de “Código Moked” (“foco”, em hebraico) começou na manhã do dia 5 de junho. Foi detectada pelos jordanianos, que teriam enviado um alerta, não captado pelos egípcios.
Apanhados de surpresa, eles tiveram mais de 200 aviões destruídos no solo. Sem proteção aérea, quase 150 mil homens e centenas de tanques e blindados egípcios não puderam conter os israelenses, que avançaram e ocuparam a Faixa de Gaza e a península do Sinai.
No fim da guerra, Israel também havia tomado dos sírios as Colinas de Golan; dos jordanianos, a Cisjordânia, na margem oeste do Rio Jordão; e um ambicionado símbolo: Jerusalém. A cidade sagrada de judeus, muçulmanos e cristãos já era, em parte, israelense. Mas toda a área oriental, incluindo a parte histórica, era território da Jordânia, país que impôs a maior resistência aos israelenses durante a guerra. A fronteira passava bem próxima à cidade velha. Em bairros que eram cortados ao meio por ela, houve combates ferozes, porta a porta.
No terceiro dia da guerra, os israelenses chegaram ao Muro das Lamentações, o mais importante lugar de oração dos judeus, logo visitado pelo chefe do Estado-maior, Moshe Dayan. O general virou uma espécie de celebridade dos anos 60, pela fama de grande estrategista, além do visual exótico. Ele venceu a guerra-relâmpago. O trovão ecoa até hoje.
São 40 anos de batalhas e de terrorismo. A ONU sempre defendeu que os territórios ocupados fossem devolvidos aos árabes, o que aconteceu, nos anos 70, no caso do Sinai. Mas da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, Israel nunca abriu mão e até incentivou assentamentos judeus nessas áreas. Eles são mais de cem, com 400 mil habitantes. Ironicamente, o severo controle militar e policial que a ocupação exige faz com que os 6,5 milhões de israelenses vivam – uns mais, outros menos – em função dos palestinos.
Nota : Só DEUS por Israel hoje e sempre !

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